Já tinha escutado essa música em algum comercial na tv, de uma operadora de celular, acho. Depois escutei a música no seriado Nashville (Vídeo) e me pareceu familiar mas ao mesmo tempo original. Essa semana indo buscar minha irmã que estava no médico com dengue, escutei a música no rádio, então associei ao comercial da operadora, mas o “I belong you, you belong me, my sweetheart” me soou bem familiar, eu já tinha escutado um cover dessa música. Pensei que tivesse sido em um seriado musical. Ontem doente e entediado a música veio na cabeça e fui pesquisar, acabei lembrando que tinha sido em Nashville, mas tbm descobri a preciosidade que são as irmãs Lennon & Maisy Stella (que fazem as irmãs Maddie e Daphne no seriado), são artistas ótimas e vc pode dar google e ouvir vozes incríveis.
P.S.: pra quem não conhece, música original performada por The Lumineers. (Ho Hey) P.S.2: E eu acho q a operadora era a Claro. Ou a Tim. Não sei. P.S.3: E sim, o seriado musical era Glee. Se matem.
Queria uma torrada, um café e uma bandeja, uma mesa pra trabalhar e algumas ideias na cabeça, me sentir um pouco mais velho sem deixar de ser jovem, retocar minha tatuagem e ouvir um disco dos Beatles, queria um abraço da Bjork e que ela dissesse que eu sou foda.
Assusta não ter essas coisas, ter o mesmo cabelo de quando eu comecei a mudar ele, ter segredos que ainda não contei e pessoas que não posso contar.
Tenho 26, mas ainda me vêem brincando, já me sinto velho mas ainda não me aventurei, nunca pintei o rosto pra sair na rua e continuo vivendo nos 90’s.
“A morte tem uma fama ruim. Mas é a única coisa que faz a vida valer a pena”
Por ela que nós procuramos viver, sem ela adiaríamos ainda mais aquela viagem ou aquele beijo de despedida. A morte faz com que a vida tenha algum sentido, se vivemos hoje é pq temos certeza que vamos morrer, essa é a única coisa que nos move. A morte faz com que vc tenha medo de perder aquele amor, faz com que vc cuide ainda mais da sua mãe, que vc brigue menos com seu irmão, que vc se desculpe com seu amigo e faz com que sua dieta realmente comece na segunda-feira.
Depois da Mariah Carey, o único que vejo fazendo jus à música do Phil Collins é o Blaine (Darren Cris) em Glee. O contexto do episódio te ajuda a se emocionar com Against all odds, mas sem o episódio vc sente a mesma sensação (pausa pra “so many reasons *sofre* why). O Darren é super talentoso e ainda tem a ajuda do piano (tocado pelo próprio) que faz toda diferença e convenhamos, torna qualquer música linda. Mas além do talento, ele consegue passar a emoção da música, a dor e o sofrimento de ver alguém que vc tanto ama que não está nos seus braços. Vale ver e ouvir.
É assim que se imagina gritando quando se assiste The Carrie Diaries, a série se iniciou nessa segunda-feira (14/01) e é um prequel da tão amada série R.I.PSex and the city (1998-2004), conta a história de uma Carrie Bradshaw(AnnaSophia Robb) mais jovem, com seu primeiro estágio, seus dramas do ensino médio, seu primeiro amor (louvado seja o Mr. Big), seu encanto por NYC, a sedução de Manhattan e a vida glamourosa da moda ao lado de grandes personalidades, além da fase inicial da paixão por escrever que conhecemos da Carrie mais velha. Pra quem é fã da série vale a pena assistir, é encantador ver o começo de tudo e dá aquele gostinho de uma overdose de SATC, aquela vontade de ficar na cama em um fim de semana chuvoso tomando sorvete e rever a nossa amada já pronta Carrie Bradshaw mas vivida pela nossa tbm querida Sarah Jessica. <3
O sol ta quente lá fora e eu continuo sendo a pessoa fria aqui dentro, Por mais que diga que cresci e aprendi, eu ainda sou Nenhum clima vai mudar isso e eu me culpo todo dia, magôo quem nao devia e magôo a mim mesmo Nem o francês da musica é o suficiente pra me distrair O sol continua quente, eu continuo frio Nao existe mais tempo triste pra poder jogar as palavras, nem bebida quente Simplesmente é Seja no sol ou no frio da noite
Cresci muito desde que amei pela primeira vez, olho pra trás e vejo o quanto errei na questão do amor, por ter feito escolhas erradas, por ter deixado sentimentos passarem pelas minhas mãos, por não ter lutado tanto pela minha felicidade. O amor sempre foi muito bonitinho mas sempre foi muito intocável pra mim em vários sentidos e por vários motivos. Os sentimentos sempre foram sinceros e os erros nunca foram propositais, sempre prezei a felicidade, mas nunca soube brincar bem com tudo isso, sempre foi um jogo muito complicado e em todas eu perdi, seja por ser burro ou por ser inexperiente, por não saber que cada um tem sua prioridade, outros tem várias prioridades e que na maioria das vezes eu nunca fui prioridade. Hoje minha meta é ser feliz, ponderando os erros já cometidos e me esforçando ainda mais com o que eu nunca consegui fazer, ver um, dois sorrisos no rosto é o que eu quero todos dias até o momento em que eu coloco minha cabeça no travesseiro.